terça-feira, julho 21, 2026
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Rodri supera Messi – Cubarsi distinguido como melhor jovem jogador

A Espanha sagrou-se campeã do mundo pela segunda vez na sua história no domingo à noite. O impressionante percurso dos ibéricos reflete-se também nos Prémios da FIFA.

Sem nunca ter estado em desvantagem neste torneio, a Espanha sagrou-se campeã do mundo. O primeiro título desde a primeira edição, em 2010, foi amplamente merecido — e foi homenageado pela FIFA com vários prémios.

Sem grande surpresa, o marcador da final, Ferran Torres, que marcou o golo de ouro na prorrogação ao entrar como suplente, após um passe de cabeça bem calculado do também suplente Nico Williams, foi distinguido como «Homem do Jogo». Três colegas de equipa do vencedor da partida, do FC Barcelona, tiveram um destaque ainda maior.

Em primeiro lugar, o defesa-central Pau Cubarsi, que teve um desempenho impressionante neste torneio e, tal como Ferran Torres, joga na Catalunha, foi distinguido como o melhor jogador júnior. O jogador de 19 anos não perdeu um único minuto do Mundial e manteve a calma mesmo na final. Na vitória por 2-1 sobre a Bélgica nos quartos-de-final, o único jogo da Espanha em que sofreu um golo, Cubarsi preparou o golo decisivo com um remate de longa distância.

Outra figura de destaque no torneio foi o guarda-redes Unai Simon. O guarda-redes do Athletic de Bilbau, que estabeleceu um novo recorde do Mundial para o maior período sem sofrer golos, foi merecidamente distinguido como o melhor guarda-redes do torneio. Em sete dos oito jogos, o jogador de 29 anos não sofreu golos e só teve de ir buscar a bola à baliza uma vez, nas quartas de final contra a Bélgica.

Nenhuma «coroação» para Messi

Uma questão muito mais emocionante foi a de saber quem seria o melhor jogador do torneio. Muitos esperavam que a FIFA, naquela que seria provavelmente a sua última Copa do Mundo, coroasse o capitão da Argentina, Lionel Messi, com a Bola de Ouro. No entanto, a escolha recaiu, de facto, sobre o líder da Espanha, Rodri. O jogador de 30 anos, que integrou o onze inicial em todos os oito jogos e só foi substituído duas vezes no final das partidas, foi a peça-chave no jogo dos espanhóis.

Devido à final sem golos, Messi ficou, aliás, privado de mais um prémio: como Kylian Mbappé marcou dois golos no jogo especial pelo 3.º lugar contra a Inglaterra (6:4), o francês ultrapassou «La Pulga» na classificação dos melhores marcadores — e, após este Mundial, é também o único detentor do recorde de golos marcados em fases finais.

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