Como era de esperar, Moin Chaabani é o novo selecionador da Tunísia. O técnico de 45 anos é, assim, o terceiro selecionador em poucas semanas.
A Tunísia teve um desempenho desastroso no Mundial. A seleção norte-africana perdeu os três jogos do Grupo F, com um saldo de golos de 2:12, tornando-se assim, a seguir ao Iraque — que também terminou o Grupo I com zero pontos, mas com um saldo de golos de -11 —, a segunda pior equipa em termos estatísticos no Mundial de 2026, a decorrer nos EUA, no México e no Canadá.
Um balanço que teve consequências a nível de pessoal ainda durante o torneio. Após a derrota por 1-5 na estreia contra a Suécia, o então treinador da seleção, Sabri Lamouchi, foi demitido sem cerimónias e substituído por Hervé Renard. No entanto, o mandato do francês também chegou ao fim pouco tempo depois, após uma derrota por 1-3 contra a Holanda e uma por 0-4 contra o Japão. O treinador de 57 anos não conseguiu chegar a acordo com a federação para a renovação do seu contrato, que inicialmente vigorava apenas até ao final do Mundial.
Assume agora o cargo Moin Chaabani. Já era praticamente certo há algum tempo que o treinador de 45 anos iria assumir o cargo, uma vez que o seu último clube, o RS Berkane, de Marrocos, já o tinha anunciado. Chaabani levou o Berkane à conquista do campeonato pela primeira vez na época de 2024/25, mas foi no seu país natal que celebrou os seus maiores sucessos: com o clube Esperance Tunis, venceu a Liga dos Campeões Africana em 2018 e 2019, bem como um total de cinco títulos de campeão em dois mandatos.






