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Ferrari mostra aerodinâmica ativa: «Como um artifício barato»

Num vídeo, os fãs da Fórmula 1 podem ver a aerodinâmica ativa do Ferrari SF-26 em ação — nem todos estão entusiasmados com a nova tecnologia

No shakedown em Fiorano na sexta-feira, a Ferrari testou, entre outras coisas, a nova aerodinâmica ativa do SF-26. Depois que imagens já haviam surgido nas redes sociais, o canal oficial da Fórmula 1 também publicou um vídeo das asas articuladas.

No entanto, o entusiasmo dos fãs é limitado. «Parece um artifício barato», escreve um utilizador, enquanto outro descreve o sistema simplesmente como «estúpido». E vários observam que a asa traseira rebatível é apenas um DRS com um novo nome.

Embora haja também algumas opiniões positivas, alguns fãs da Fórmula 1 estão preocupados com a segurança ao ver as imagens. «Acho que isso vai ser muito perigoso», escreve um utilizador, que teme que o sistema falhe e a asa não consiga voltar para a posição original no final da reta.

«Parece um desastre à espera de acontecer, devido às peças soltas», receia outro, enquanto outro utilizador escreve simplesmente: «Lembrem-se das minhas palavras, isto não vai fazer bem ao desporto.»

A aerodinâmica ativa será introduzida na temporada de Fórmula 1 de 2026 para permitir velocidades mais altas nas retas e mais downforce nas curvas. Para isso, as asas dianteiras e traseiras serão colocadas na posição plana nas retas, de forma muito semelhante ao DRS anterior.

Originalmente, as duas configurações eram chamadas de modo X e modo Z, mais tarde de «modo Straightline» e «modo Cornering». Entretanto, a Fórmula 1 abandonou essas designações e resumiu tudo sob o termo aerodinâmica ativa.

A diferença em relação ao antigo «Drag Reduction System» é que a aerodinâmica ativa está disponível para os pilotos durante toda a corrida, enquanto o DRS só podia ser utilizado como auxílio à ultrapassagem quando se estava a menos de um segundo do carro da frente.

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