O ícone do ténis Roger Federer disputa um jogo de exibição no Grand Slam da Big Apple. O entusiasmo é imenso.
No Estádio Arthur Ashe, ouviram-se gritos de júbilo, milhares de fãs sacaram dos seus smartphones e inúmeras crianças correram atrás de um autógrafo: O ícone do ténis Roger Federer regressou ao Centre Court, em Nova Iorque, com grande entusiasmo, antes do início do US Open.
O vencedor de 20 títulos de Grand Slam realizou um treino com o italiano Lorenzo Musetti, antes de disputar, na terça-feira, um jogo de exibição em pares com os antigos rivais Andy Roddick, Andre Agassi e John McEnroe.
«Dá-me realmente uma oportunidade genuína de dizer obrigado», afirmou Federer numa conferência de imprensa na segunda-feira. É a sua primeira partida num Grand Slam na Big Apple desde 2019. Além disso, o tenista de 44 anos será introduzido esta semana no International Tennis Hall of Fame, em Newport.
Federer: Nenhuma despedida digna em Nova Iorque
Os adeptos em Nova Iorque ficaram sem uma grande despedida após o fim da carreira de Federer. Quando o suíço perdeu nos quartos de final contra o búlgaro Grigor Dimitrov, em 2019, ainda tencionava continuar a sua carreira. No entanto, problemas com lesões impediram-no de participar no US Open de 2020 e 2021, antes de disputar o seu último jogo profissional na Laver Cup, em setembro de 2022.
Entretanto, o momento era propício para um reencontro em Nova Iorque, explicou Federer. Por outro lado, Federer voltou a excluir categoricamente um regresso ao circuito profissional. Quando questionado sobre a possibilidade de receber um wildcard, respondeu várias vezes com um «não» e sublinhou: «Existem simplesmente demasiados obstáculos e estou demasiado ocupado. Está tudo bem e, neste momento, sou apenas um fã que gosta de assistir.»

